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quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Presente de Natal para os meus leitores!

O Natal chegou, e como sempre me sinto agradecida por todo o carinho que meus leitores queridos sempre me dedicaram, resolvi deixar aqui um pequeno conto com o nosso querido casal Richard e Stephanie. Situa-se logo após o término do livro Adeus à Humanidade.
Feliz Natal, amores!
 Espero que gostem! <3




Um passo por vez


Por dois dias inteiros, quase me lembrei na íntegra do quão incrível era me sentir próximo ao que jamais quis deixar de ser.
Por dois dias inteiros, quase me esqueci totalmente do quão definitiva era uma transformação vampiresca, tão enexorável e irracional quanto o amor que sentia pela minha mulher.
Stephanie.
Minha esposa.
Minha.
Creio que jamais conseguiria parar de repetir tais frases curtas na mente enquanto vagasse pelo mundo. Uma redundância de qualquer forma, já que a eternidade nunca teria fim.
Stephanie estava inquieta. Claro que sim.
Devia agonizar nos lençóis da cama do hotel, em plena lua de mel, dragada pela necessidade de suprir sua sede, embora fizesse de tudo para não demonstrar. Certamente, não queria intensificar a minha culpa, magoar a pessoa que destruiu sua única possibilidade de redenção. A paz sagrada almejada por todos os seres. A mesma paz que desejei!
Mas eu sabia.
Ah, como sabia...
Bolsas de sangue seriam sempre paliativos para nós. Era como tentar convencer um ser humano natureba a digerir comida congelada pelo resto da vida, enganar o mundo afirmando que pílulas contendo nutrientes substituiriam a satisfação de uma refeição quente e completa. Não havia prazer algum no ato, a não ser uma reposição vital insossa. Nada além de sacrifícios ad aeternum.
Deus, o que foi que eu fiz?
Por que deixou que o meu caminho cruzasse com o dela? Como foi que permiti que o egoísmo sobrepujasse a razão, a ponto de oferecer escuridão permanente a quem mais amava no mundo, apenas por não suportar a dor excruciante de me imaginar sem ela quando a morte natural a levasse?
Provavelmente, a pergunta “Que tipo de monstro sou eu?” iria ecoar pelo meu cérebro por milênios e milênios, e o pior de tudo era não ter dúvida alguma quanto à resposta aterradora que sempre retornaria. Eu era a droga de um vampiro.
Um vampiro! — Suspirei.
— Boa noite, senhor. Necessita de algo? — perguntou-me o camareiro do hotel, um rapazinho solícito, decerto notando que eu estava com a camisa enfiada de qualquer maneira numa calça social, à procura de alguém.
Neguei firmemente com a cabeça e tomei a direção contrária, apressado, sequer me dando ao trabalho de respondê-lo verbalmente. O que eu diria, afinal? “Sim, estou caçando minha esposa vampira recém-criada, que sumiu do quarto enquanto eu tomava banho, e, se você está vivo e inteiro, tem sorte, meu jovem; é sinal de que ela não passou por aqui”?
Dois minutos!
Foi apenas uma chuveirada de dois minutos!
Eu sabia que não se podia tirar os olhos de um recém-criado, mas ela parecia dormir pesado, e, honestamente, mesmo sendo um vampiro e não sujeito a maus odores corporais, jamais perdi o hábito de me assear como um humano todos os dias. Um pouco de proximidade com a minha antiga natureza sempre me ajudou a suportar a desigualdade.
Inferno! Onde ela foi parar?
Desci até o hall da recepção. Caminhei pelo salão principal — do restaurante à academia de ginástica —, pelo auditório e pelo que mais viesse pela frente.
Piscina encoberta, salão de TV, recanto dos internautas, estacionamento. Ninguém a viu passar, o que só confirmava a suspeita de que provavelmente ela ainda estaria próxima ao nosso quarto. O que também aumentava o meu desespero, dando-me margem a pensar no perigo inconsequente que impus aos hóspedes e em como ficaria a cabeça da Stephanie caso ela tivesse feito algo de que viesse a se arrepender mais tarde.
Fiz o trajeto inverso, dessa vez retornando pela escada. Subi onze andares correndo, vasculhando todos os patamares numa operação pente fino, a cada segundo ficando mais nervoso.
E então eu a vi.
Ela estava encolhida no escuro, na escada que dava acesso ao nosso andar, com a cabeça enterrada entre os joelhos. Eu juraria pelo que quisessem que senti o coração sobressaltar diante da cena tocante, ainda que esse órgão fizesse o desfavor de se manter duro feito uma pedra de diamante.
— Stephanie? — chamei-a num sussurro, agachando para tocá-la nos cabelos.
Seu corpo se retraiu. Mau sinal.
Xinguei-me mentalmente. Seja lá o que minha mulher tivesse feito, a culpa era toda minha, e não me perdoaria se ela fosse obrigada a carregar uma morte nas costas por conta de um descuido inadmissível desses.
— Fiquei aflito com o seu sumiço —  comentei sem qualquer tom de acusação para não afastá-la ainda mais. A agonia dela ficava evidente no modo como contorcia as mãos com força, numa tentativa vã de conter a instabilidade. 
— Imaginei. Eu não queria sair, mas...
— Mas o desejo de sangue é intenso demais nos primeiros dias, e o seu olfato está mais apurado agora — completei seu pensamento num murmúrio, compreendendo-a.
— É, acho que a visão também — acrescentou, esmaecida. — E a audição.
— Vai se acostumar, garanto.
— Desculpa. — Sua voz, quase inexistente pelo remorso, minguou, intensificando meu desespero.
Estiquei os braços e a ergui no colo, abraçada ao meu peito. Permanecer na escada do hotel só aguçaria seus sentidos e não mudaria em nada o quadro já instalado, por isso fui direto para o quarto antes de perguntar qualquer coisa. Precisava conversar com ela em local seguro e, claro, alimentá-la novamente.
Já com ela na beirada da cama, após fazê-la beber mais uma das bolsas de sangue que eu havia trazido para o hotel, segurei seu rosto empalidecido pela transformação recente entre as mãos, buscando pelos seus olhos. Eles mal se mantinham presos aos meus, tamanha era a desolação que Stephanie sentia.
— Aonde você foi, amor? — A tradução correta para pergunta seria “O que você fez”, mas eu sabia que ela compreenderia a mensagem codificada.
— O cheiro daquele hóspede no corredor me acordou — justificou-se. — Era muito... gostoso. Não deu para segurar a vontade.
Contraí os masséteres,  premeditando o que viria a seguir. Um século de reclusão jamais me faria esquecer os desejos latentes da minha espécie, a compulsão que amarguei nos primeiros dias pela ânsia do sangue e o quanto foi excruciante tentar negar a mim mesmo a única coisa que traria saciedade.
Eu nunca devia ter saído do lado dela. De jeito nenhum!
— E aí...? — instiguei-a a prosseguir.
Ela engoliu um seco.
— Quando o homem abriu a porta do elevador — hesitou —, segurei o braço dele. O cara ficou branco. Acho que pensou que eu era uma drogada indo a algum baile à fantasia, coitado. Por causa dos meus olhos injetados. E das minhas... presas.
Prendi a respiração, mesmo não precisando dela para nada além de manter um estilo de viver à margem da vida (ou da morte). A palavra “coitado” já sentenciava na mente e agravava por outra não menos preocupante, chamada “presas”. Presas essas que a esta altura já haviam se retraído.
— Certo... E onde ele está agora, querida?
Ele? — Ela se encolheu, inquieta.
— O homem, Stephanie — frisei, deixando as reservas de lado. O tempo estava passando, não dava mais para ignorar esse fato. — O do elevador.
— Não sei! — admitiu ela, inegavelmente agitada.
— Como assim, não sabe?
 — Eu desisti...
Escancarei a boca, pasmo.
— Quer dizer que você não...? Stephanie?
Ela desviou o olhar. Em seguida, confirmou o que disse com a cabeça, mostrando-se envergonhada. Meu alívio foi imediato.
— Como conseguiu?
— Pensei... hum... em você — confessou, sem jeito. — Não seria justo.
Não seria justo comigo? Eu estava mesmo ouvindo isso? E quanto ao humano?
Bem, por outro lado, talvez não devesse deixar que a minha rigidez de princípios me dominasse naquele instante. Stephanie não sucumbiu ao instinto, não foi? Não sucumbiu, mesmo sofrendo com o descontrole emocional dos primeiros meses, façanha que nem mesmo eu consegui no início.
E a sua barreira fui eu.  
Ela pensou em mim na hora. Em mim, e não em suas necessidades ou no sangue amaldiçoado!
Ah, Stephanie...
Por mais nervoso que ainda estivesse, foi impossível não sorrir, num misto de satisfação, orgulho e devoção. Só eu sabia o quão difícil era não se deixar dominar por um instinto tão poderoso como esse. Se ela tivesse a mínima ideia do quanto passei a amá-la ainda mais por ter aguentado firme, com certeza não continuaria me olhando daquele jeito desolado, como se só merecesse o meu desprezo.
— Tem razão. — Inclinei seu corpo sobre o colchão para deitá-la e contemplá-la melhor. — Não seria muito justo comigo. Não foi nada justo, aliás.
Ela deixou que seu braço cobrisse os olhos, sem coragem de me encarar, repleta de remorso. A pintinha linda dela acompanhou a curvatura descendente dos seus lábios. Tive vontade de realinhá-la com os dentes, de modo que só fosse possível para ela sorrir ou expressar qualquer sentimento que não fosse frustração.
— Sou seu marido, Sra Hacket — lembrei-a num murmúrio ao pé da orelha. A essa altura eu já me postava sobre ela. — Como teve coragem de me abandonar, em plena lua de mel, por outro homem que “cheira gostoso”?
Sua pinta mudou de posição, acompanhando um inevitável sorriso.
—  Assim, minha digníssima esposa, fico sem alternativa, a não ser eliminar o infeliz de verdade. — Comecei a cutucá-la na cintura, implicante. — Acho que vou te ajudar e satisfazer sua curiosidade em cravar os dentes num pescoço “gostoso”.
Stephanie gargalhou, e o meu mundo virava uma sinfonia diante daquele som estimulante. Ela sabia que se tratava de uma piada.
— Acha que estou brincando, hã? — Cutuquei-a novamente, vendo seus cabelos lisos se emaranharem pelo travesseiro. — Por acaso se esqueceu de tudo o que falei? Eu sou um monstro ciumento, e isso não vai mudar nos próximos milênios, fui claro?
— É o meu monstro — disse ela assim que parei de perturbá-la, amolecida com a declaração.
— Todo seu — reiterei, já bem próximo aos seus lábios.
— Para sempre.
— Enquanto o mundo existir.
— Vou conseguir me controlar, Richard, juro.
Eu devia bufar ao ouvi-la se desculpar, praguejar em duas mil línguas diferentes, mas, ao invés disso, sorri. Stephanie era linda. Perfeita demais em suas imperfeições.
E, por maior culpa que eu carregasse nas costas, era impossível negar para mim mesmo que me sentia arrependido por torná-la minha companheira.
Culpa, sim. Arrependimento, não.
Eu a amava com todas as forças e sabia que enfrentar dificuldades como essa era um preço até ínfimo a pagar, dia após dia, mesmo que nunca mais viesse a ter o direito de fechar os olhos para vigiá-la em tempo integral.
— Sei disso, Bruxinha. Um passo por vez.
— Um passo por vez... Então desmonte essa cara de mea culpa e me distraia. Por favor — Seu pedido soou genuíno. Ela se preocupava com o rumo dos próprios pensamentos.
Fixei o olhar na mulher monumental de seios fartos sob mim, finalmente encontrando um lado positivo na minha espécie maldita. Vampiros não necessitavam de pausas em momento algum do dia... Sem dúvida, isso era uma vantagem.
Como sempre fui um bom cavalheiro, não custava nada satisfazer o seu desejo, correto?
— Eu não estava sugerindo... hum... isso agora — disse, desconcertada diante da minha combustão imediata.
Meus olhos enegreceram na velocidade da luz. Se ela ainda fosse humana estaria enrubescendo, e eu assistiria a tal espetáculo de camarote.
— É a melhor distração que conheço — contrapus, desabotoando seu vestido devagar. Queria começar a beijá-la pelo seu umbigo perfeito.
— Concordo, m... mas... — gemeu, começando a gaguejar. — Bem, acho que quase nem conversamos nos últimos dois dias, né? A não ser que queira considerar as onomatopeias como diálogos construtivos.
— Suas onomatopeias são muito, muitíssimo construtivas — objetei, embriagado pelo aroma extasiante que minhas narinas captavam durante o caminho ascendente pela sua pele sedosa. — E dizem muito mais do que você imagina, especialmente as que vêm acompanhadas pelo meu nome no final.
— Ah, Richard... — ela ronronou sem querer, sentindo a pressão que meus lábios faziam ao mordicar partes protuberantes do seu corpo que no passado ficavam apenas no meu imaginário.
— Não disse?
— Isso é... chantagem — protestou, quase afônica por conta da carícia. — Quero saber um pouco mais sobre você e... Oh! Oh! Ohhhh....
Fiz força para não gargalhar das sua reação intensa.
Ah, Stephanie... Queria que a distraísse, mas era você quem me livrava dos tormentos. Mais um gritinho cheio de onomatopeias desses e eu perderia completamente a razão.
— Tipo o quê? — pressionei, conduzindo a boca até o seu pescoço.
— Tipo... Uuuuh...
— Diga, amor. — Agarrei seu rosto entre as mãos, completamente embriagado pelo seu aroma.  Se ela demorasse muito a dizer, não responderia mais por mim.
— Esquece — implorou, comprovando o que no íntimo eu já sabia: estávamos entrando em transe de paixão vampiresca, não haveria mais volta. —  Me beija, Richard.
— Tem certeza de que não quer saber um pouco mais sobre mim? — murmurei, já saboreando o gosto da sua boca doce.
— Hmmm... Um passo por vez, ok?
Sim, teríamos a eternidade para isso.
— É, um passo por vez.

                       ***




sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Promoção Da Hora! - Para quem tem Instagram

Quer ganhar um desses kits maravilhosos?

Então siga as regras abaixo:

1. Adicione marciarubim01 no seu instagram e procure pelo anuncio da promoção
2. Deixe um comentário, dizendo qual dos dois kits você prefere ganhar, e marque o nome de mais 3 amigos seus, que deverão passar a seguir o meu perfil.
3. O sorteio será feito no dia 18/08  às 21h pelo Random.org, na ordem dos comentários. Caso as pessoas marcadas pelo sorteado não estejam me seguindo, será feito outro sorteio.
4. Todos poderão participar, inclusive os amigos novos marcados, mas apenas uma vez por pessoa.
5. Válido somente para o território nacional.

Cada Kit contém:

Kit 1
Livro Adeus à Humanidade
2 marcadores normais
1 marcador especial com símbolo do infinito
1 bloquinho com a capa do livro
1 caneta-bichinho ( cão ou gato)
2 entradas para a Bienal de São Paulo ( cedidas gentilmente pela NC editora)

Kit 2
Livro Quando a Humanidade Prevalece
2 marcadores normais
1 marcador especial com símbolo do infinito
1 bloquinho com a capa do livro
1 caneta-bichinho ( cão ou gato)
2 entradas para a Bienal de São Paulo ( cedidas gentilmente pela NC editora)

Preparados?
Então mãos à obra e boa sorte!!!
Divulguem! ;)

sábado, 2 de agosto de 2014

Semana da Literatura Nacional - Niterói!

Sei que estou em atraso ao postar as fotos e o resultado dos eventos, mas, aos poucos, regularizo tudo! Palavra de escoteira!
Ops! Esqueci que nunca fui escoteira! kkk
Mas vamos lá...
A SNL de Niterói foi incrível, e aconteceu num local lindo, chamado Solar do Jambeiro (sempre tive curiosidade de entrar lá, mas não espalhem)
Tivemos a presença de muitos autores, e cada um contou um pouco sobre sua experiência ao se aventurar neste mundo louco, que é se tornar um autor no Brasil (ou será que os loucos somos nós?).
A organização foi feita pela linda Carolina Estrella, e teve a participação de autores como: Monique Lavra, Fernanda Belém, Clara Savelli. Janaína Rico, Roxane Norris, Thayane Gaspar, Lucas Borges, Aimee Oliveira e Been Green, sob a mediação das blogueiras Tabata Igrejas e Thati Machado.

Deixo aqui as fotos para que vocês possam conferir tudinho, tim-tim por tim-tim!




Time de autores da pesada, não? Eu também achei! #orgulho de estar entre eles!

Gostaram? Beijooooosssss <3

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Evento Viciados em Leitura

Gente, o que posso dizer a respeito desse evento???
Amei, amei, amei...
Além de uma plateia super animada ( adoradora de romances vampirescos, como eu. hehehe), tive a honra de dividir a tarde com autoras nota 10 como Carolina Estrella, Graciela Mayrink, JC Ponzi  e Rafaela Guimarães!
Isso sem falar nos brindes super fofos que ganhei... (ownnnnn <3 )
E... Ai, meu estômago dá voltas só de pensar no cupcake lindo ofertado às autoras (que obviamente só sobrou a foto para contar a história! huahuahua)....
Deixo aqui algumas fotos para vocês verem!



Que fila linda!


Look na plateia animada






                                                   Os brindes fofos que ganhei! <3
                                                   Presente da Mug Canecas


                                                   Com uma das organizadoras, Beatriz Soares
                                                 
                                                   Cupcakes da Bruna!
                                                   E aí, gostaram? Eu também!!! Quero mais! Buá! :P

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Agenda do mês de Julho


Livros Físicos versus Digitais?

Eis o nome da matéria que escrevi para a Revista Eu Leio Brasil, que será distribuída gratuitamente na Bienal de São Paulo!
Exija o seu exemplar!!!

Matéria sobre o grupo Entre Linhas e Letras na Revista Superpedido!

Conheçam um pouco mais sobre o lindo trabalho feito por 9 autores que espalham, por amor, a paixão pela literatura!


Entrevista ao vivo para o Eu Leio Brasil!


Gente, que máximo! Amei esse bate-papo tão gostoso com escritores incríveis, além de responder a tantas perguntas de leitores queridos!
Confira o vídeo na íntegra:

4º Salão de Leitura de Niterói!!!

Uma semana inteira de eventos na minha querida cidade!
Encontrei muitos amigos e fiz novos! Mal posso esperar 2 anos para acontecer de novo... mas, enfim, valeu demais!










Papo de Escritor - Heroínas Literárias

Querem assistir a um bate-papo super legal pelo You Tube?
Eu estive lá, com essa galera massa de autores, o Leonardo Barros, a Janaína Rico, o Landulfo Almeida e o Marcelo Hipólito, e me diverti muito!
Confiram!!!!